EVANGELIZE...NOSSAS CRIANÇAS

Frase para você pensar:


Quer você goste ou não, alcançar as crianças no mundo de hoje é uma questão de vida ou morte.

Que você seja encontrado fiel, transmitindo a Palavra da Vida para uma geração em perigo!”


(Warren W. Wiersbe)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O culto onde a criança não fique oculta

                         

Uma reflexão sobre a participação da criança no culto cristão.

I - UMA EXPERIÊNCIA QUE SE REPETE
- "Eu nunca falei pra criança!" - dizia um pastor justificando a sua dificuldade em
falar para as crianças de sua Igreja.
- "Como nunca falou para as crianças se elas dominicalmente estão lá no culto?" -
alguém questiona.
- "É que eu nunca dei muita atenção pra elas! Eu ministro para os pais e adultos e
eles é que têm de repassar as coisas para seus filhos. Os professores das classes
infantis é que têm a tarefa de ensinar às crianças!" - tenta justificar-se.


II - A "INVISIBILIDADE" DAS CRIANÇAS NA HORA DO CULTO
Em muitas de nossas Igrejas locais, para muitos de nossos pastores(as) e liderança leiga a criança é "invisível". Todos sabemos que ela esta lá, mas não conseguimos vê-la, no sentido de sermos sensíveis e atentos para atendê-las. Geralmente nossos cultos são excludentes, pois em momento algum são preparados ou pensados para termos a participação das crianças neles. Geralmente as crianças não têm participação nenhuma no culto, exceto por vezes irem à frente para cantar uma ou duas músicas.
Mas elas dificilmente são chamadas para ler um texto bíblico, fazer uma oração, ler
uma poesia, recolher as ofertas, ajudar o Ministério da Recepção no acolhimento das pessoas que chegam para o culto. As músicas do culto são sempre canções para adultos, a pregação não é feita pensando em alcançar também as crianças, etc...

E isso certamente não é má vontade dos pastores(as) e das Igrejas, mas é um
comportamento que se repete há anos em nossas Igrejas, quase sempre refletindo o jeito que as crianças são tratadas em nossa sociedade ao não serem "percebidas", "levadas em conta" e "atendidas" em suas necessidades e na sua possibilidade de participar das coisas, dos processos de decisão.

O Bispo Paulo Ayres, pregando certa vez num culto distrital da mocidade metodista celebrado na década de 80 na Igreja Central de Duque de Caxias, escolheu o texto bíblico de 1 Samuel 17 onde o gigante Golias desafia os israelitas e onde é derrotado pelo jovem Davi, filho de Jessé. Falando sobre o trabalho da juventude na Igreja e em prol do Reino, lembrou que o mesmo Davi que não quis usar a armadura do rei Saul foi o mesmo que escolheu cinco pedras lisas para serem usadas na sua funda (laçada de couro ou corda para lançar pedras ou outros objetos a uma longa distância), ele destacou que embora muito jovem e sem a experiência dos treinados soldados do exército do Rei Saul e sem a experiência das pessoas mais adultas e mais vividas, Davi tinha a experiência de um jovem da sua idade, tinha a experiência de um pastor de ovelhas que tinha, digamos, seus dezessete ou dezoito anos de idade."Nossas experiências certamente são diferentes, mas todos temos alguma experiência.
Experiência que pode ser levada em conta e partilhada", disse o Bispo.

As crianças, portanto, não têm a compreensão e a experiência das pessoas adultas, mas elas têm compreensão e experiência próprias de uma criança de 4, 5, 6, 10 ou 12 anos, e essa experiência precisa ser reconhecida, valorizada e discipulada, ou seja,tornada parte da vida da Igreja através da participação da Criança. Criança que não participa não se sente parte. Criança que não aprende a participar vai crescer sem saber participar coletivamente e muito possivelmente vai ser uma pessoa que repete a exclusão das crianças do processo de participação na Igreja, na família, etc... E quem não aprende a participar (fazer junto) dificilmente será alguém que saiba trabalhar em equipe. Assim, a participação das crianças na Igreja, e particularmente no culto, é um tipo de educação onde a criança aprende a ter uma participação correta e alegre, onde a criança aprende a ter responsabilidades e prazer com o culto e com as coisas da Igreja e de Deus, onde a criança aprende muito mais sobre a relação com Deus e sobre o grande amor de Deus. Falar do grande amor de Deus e excluir a criança do culto são coisas contraditórias, incompatíveis. E lembramos, a exclusão não precisa ser a física (quando as crianças se reúnem noutra sala), mas a
exclusão pela "invisibilidade" (não ser notada, não ter participação). Ela
certamente não compreende nada, sente que o culto é grande e chato e vai preferir ficar brincando no pátio da Igreja, correndo pelo templo ou simplesmente desenhando ou fazendo qualquer outra atividade dentro do culto, como ficar desenhando, jogando algum joguinho eletrônico, etc...

III - O DESAFIO DE MUDAR A VISÃO, CURAR A PRÁTICA CEGA E ENXERGAR A CRIANÇA

O livro de Êxodo conta a libertação dos israelitas depois de 400 anos no Egito,
quando passaram a maior parte desse tempo escravizados. No capítulo 17 os israelitas que estavam atravessando o deserto param para descansar. Há uma murmuração tremenda porque em Redifim, onde acamparam para descansar não havia um oásis. As pessoas cansadas pela longa caminhada e angustiadas pelo que faltava caminhar naquele longo deserto, sentem falta da falsa segurança do Egito, da escravidão promovida pelo Faraó que acabara de assassinar seus filhos. Também no capítulo 32 quando Moisés passa 40 dias no alto do Monte Sinai, o povo faz um bezerro de outro e novamente sente saudade da falsa segurança do Egito. A liberdade implica num duro caminho...
Manter-se realmente livre implica em oração e numa vigilância constantes. E ao
falarmos aqui do culto da Igreja com a participação das crianças, estamos falando de sair dessa forma que exclui a criança para um culto que inclui a criança. É preciso mudança, coragem pra mudar, perseverança para aprender um novo jeito de ser pastor(a), de ser igreja e de celebrar nosso culto onde as crianças são incluídas.

Outro dia vi um pastor(a) pregando e tentando sinceramente falar para alcançar as crianças. Ele falava ainda numa linguagem bem rebuscada e de vez em quando ele olhava para as crianças e perguntava: "né crianças?". Noutro momento dizia: "Isso é para vocês crianças!" e procurava traduzir o que tinha tido nos últimos 5 minutos da pregação numa linguagem mais curta e compreensível às crianças. Fui parabenizá-lo. Ele ainda estava longe do que nós precisamos e do que é desejável, mas pelo menos tinha se sentido desafiado a mudar para incluir as crianças. Ele ainda não tinha "aprendido" a falar para os adultos e crianças juntos, mas ele estava se expondo, estava tentando, estava aprendendo. E esse tipo de aprendizado só acontece quando fazemos. Falar para as crianças é igual a aprender andar de bicicleta: não existe aprendizado teórico. Só se aprende enquanto pratica. Sugeri que sua pregação nesse dia quando as crianças estavam reunidas com os adultos para o culto ao Senhor que ele (o pastor) fizesse um sermão mais curto, que não se preocupasse em "contar a história do cristianismo" (tentar falar de tudo que está na Bíblia, de todas as
doutrinas, querer pregar naquele sermão tudo o que a Igreja deve aprender!), que
escolhesse uma história ou uma música de crianças ou ilustrações no retro-projetor para enriquecer e/ou ilustrar a pregação e que tomasse muito cuidado para não usar palavras difíceis e falasse de modo coloquial, bem informal. O culto também deveria ser pequeno e ter maior participação das crianças. Os pais e filhos poderiam ser chamados para ajudar na hora da ministração da Ceia. Uma família de cada lado, mesmo que seja uma família de 7 pessoas para segurar a bandeja com os cálices da ceia e a patena (bandeja) com o pão. Não precisa que todos tenham bandeja nem de todos segurarem uma única bandeja. O importante é estarem ali enquanto família com adultos e crianças.
V - O MATERIAL PRODUZIDO NA OFICINA DE LITURGIA:

1 - Sobre os "modelos" de participação da criança no culto com os demais membros da Igreja e algumas questões para se avaliar e se superar:

1.a) As crianças no templo com os adultos:
A participação da criança se dá através de coreografias, utilizando na maioria das
vezes músicas de adultos, por não se divulgar e/ou trabalhar músicas infantis.
Em algumas igrejas, o culto do 5. Domingo tem ficado reservado para criança, sendo dirigido na maioria das vezes por professores e quando a criança participa é
utilizada em momentos específicos como: leituras bíblicas, oração e cântico especial (coral/solo). Vale ressaltar que mesmo sendo um domingo separado para a participação da criança, ela não tem acesso a preparação da liturgia, do programa do culto. No chamado "momento do louvor", sua participação resume-se em apenas apoiar o "Ministério do louvor" em pequenos atos. Outras vezes a participação ocorre através de dramatizações e/ou em datas especiais que acabam se tornando num verdadeiro "show" do que uma celebração a Deus.

Encontramos também algumas igrejas, que estão se valendo das "crianças pródigos" (que se destaca por habilidades especiais, diferentes da maioria das outras crianças) para "ministrarem" a palavra, realizando capacitações específicas,
levando-as a serem meras repetidoras de termos, posturas e outros dos adultos.

1.b) As crianças no "cultinho" ou no "culto infantil"
Constatamos que na maioria das igrejas as crianças ficam no templo até o louvor e
logo após saem para participarem do "cultinho", onde são realizadas atividades como: brincadeiras, ensaios, reprodução de vídeo (evangélicos ou não).
Também encontramos igrejas em que as crianças nem entram no templo, ficando
excluídas do momento de congregar para prestar culto ao nosso Deus. Às vezes
esquecemos que é importante a real participação da criança e acabamos dirigindo todo o culto.

1.c) A criança e a Ceia do Senhor
Em muitas igrejas a ministração da Ceia para as criança é feita separadamente, sendo ministrada pelo pastor(a) ou leigo. Em outras a participação ocorre no templo junto com os adultos desde que sejam orientadas pelos professores e familiares sobre o significado do sacramento. Em algumas situações elas não participam da Ceia por dois motivos: por não serem membros da Igreja ou simplesmente por serem impedidas e/ou não autorizadas pelo pastor(a).

Também ocorre a substituição da ceia pela festa do amor e em alguns casos
encontramos a utilização de apenas um dos elementos da ceia: ministra-se o pão à criança, deixando de servir o vinho (suco de uva!) às crianças.
Alguns pastores(as) estipulam idade mínima para que a ceia possa ser servida.

2 - Sobre o problema com o uso de alguns termos/palavras/expressões:
2.a) O que é culto?
É a reunião para adoração a Deus e celebração da fé da comunidade, que atualiza a memória da ação salvadora de Cristo em favor do povo no passado e no presente, e onde ocorre instrução para as crianças, assim como para os adultos (Dt. 6.7).

No A.T. a instrução era passada de geração em geração conforme Deuteronômio 6.No N.T. a comunidade se reunia para o ensino dos apóstolos, a comunhão, o partir do pão e orações nas casas com toda a família. (At. 2:42-47)

2.b) Por que culto com crianças?

Porque "as crianças são 'agentes mirins' da Missão e, como herdeiras do Reino e
parte do povo de Deus, têm o direito de serem educadas na Palavra e no Amor de Deus, de louvá-lo e cultuá-lo, de participar na celebração cúltica."

O termo 'culto infantil' tem em nossa sociedade sentido pejorativo, que diminui a
importância da participação da criança, e exclui o envolvimento do adulto no
processo.

Da mesma forma, entendemos que o termo 'cultinho' é extremamente errado e não tem razão de ser utilizado.

Sugestão do grupo: a) que se estude o nome mais adequado para o culto das crianças.
1: a utilização do termo Culto com Crianças. b) que o pastor(a) possa participar e
ministrar às crianças nos seus cultos; c) que haja um espaço físico adequado,
material e recursos apropriados ao culto que as crianças darão ao Senhor.

2.c) A Criança.
É a pessoa que está em processo de crescimento físico, emocional, psíquico, que vai do nascimento até a puberdade. Sugere-se que, para fins de participação no culto para crianças, sejam consideradas especialmente as crianças de 4 a 11 anos. Entendemos que as crianças de 0 a 3 anos devem estar sob os cuidados dos pais.


3) A participação das crianças no culto com os demais da igreja e a importância de uma linguagem apropriada do culto com crianças.

Considerando que hoje se utiliza o culto como espaço para manifestação das múltiplas funções da Igreja, em grande parte desses momentos, a linguagem é inapropriada para atender as necessidades específicas da criança.

Por isso, percebe-se a tendência de separar a criança do culto realizado no templo quando o ideal seria a reformulação da celebração cúltica a fim de que a criança pudesse sempre ser incluída neste momento da vida da Igreja. Mas, tendo em vista a dificuldade de romper com esse modelo, pensamos em algumas alternativas possíveis para implementação de uma linguagem que atenda simultaneamente a adultos e crianças da comunidade de fé.

Percebemos a necessidade da utilização de uma linguagem que exprima de forma simples e concreta a verdade do evangelho; que explore além do verbal o uso dos outros sentidos corporais; e que considere em seu conteúdo as questões infantis, tanto no nível do desejo quanto no que é necessário ser ensinado. Para isso, é preciso que além das pessoas que trabalham diretamente com as crianças; pastores e lideranças recebam orientação quanto ao uso de uma linguagem mais adequada ao universo infantil e que além da palavra, invista-se em outras formas de comunicação em que estejam presentes o uso de outros sentidos - olfato, tato, paladar e visão (linguagem multi-sensorial), que possibilite o diálogo, e contemple a dimensão racional e espiritual de seus participantes.

Trabalhando no resgate da ordem litúrgica, e pensando na criança como sujeito que integra a comunidade, faz-se necessário marcar tais momentos de forma significativa - história, símbolos, cânticos, recursos visuais, etc. - redimensionando o corpo como instrumento de adoração, confissão, louvor, edificação e dedicação." Ao tornar o culto uma expressão de fé significativa para a criança, desejamos que seja perceptível a ela o desafio de ampliar sua relação com Deus para os outrosespaços de sua vivência, provocando mudanças de atitude, reflexão, prática de fé,crescendo no corpo de Cristo que é a Igreja, e com ela.

IX - CONCLUSÃO
Ainda há muito caminho para trilharmos. Mas estamos orando e trabalhando. Com
certeza a resposta do Senhor virá. Não apenas para as crianças e para as pessoas que trabalham com crianças, mas também para toda a Igreja, inclusive seus pastores e pastoras. Até lá, precisamos perseverar, orando e trabalhando, sensibilizando e não deixando que as dificuldades nos calem, nos desanimem, nos tornem acomodados e amargurados. Creio que a Obra é de Deus. Ele pelejará por nós. Pela causa da criança. Que certamente é também causa do Evangelho, causa de Deus.

Que nossas crianças possam ser aceitas e reconhecidas como chamadas pelo amor e pela graça de Deus. Que possam ser aceitas e reconhecidas na resposta de gratidão e amor que a Igreja presta com seu culto ao Senhor. Que as crianças possam ser aceitas e reconhecidas como parte da Igreja do Senhor Jesus, cidadãs do Reino e "Agentes Mirim" da Missão de Deus no sentido de salvar o mundo. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante















HISTÓRIA INFANTIL - O Guarda-Chuva Ambulante

Vocês gostariam de ouvir a história de um guarda-chuva ambulante?
É um fato que realmente aconteceu.


Um guarda-chuva grandão ia andando bem depressa pela rua.
Parecia possuir pés próprios, era bonito, feito de várias cores brilhantes, enorme ia saltitando pela rua abaixo.

Todo mundo ficou curioso à respeito do guarda-chuva estranho.
Crianças e adultos iam seguindo atrás, logo descobriram que os pezinhos pertenciam a um menino, ele andava depressa, sem dizer uma palavra, e o grupo seguia-o.

Finalmente chegaram a um lugar sombreado, debaixo de uma árvore bem grande, o menino colocou o enorme guarda-chuva no chão. E perguntou ele, as crianças que se aproximavam.
- Quem quer ouvir a história do meu guarda-chuva?
- Sentem-se então e escutem. Disse o menino, e todos obedeceram apesar do fato de alguns serem maiores do que ele.

Apontando para a parte preta ele começou:
- Estão vendo esta cor? O preto nos faz pensar na escuridão e no pecado, cada um de nós já fizemos coisas erradas uma vez ou outra. Muitas vezes pecamos numa hora quando ninguém está por perto, ou no escuro, quando ninguém pode nos ver. As coisas feias que praticamos são chamadas de pecado.
Todos escutavam com atenção.

Vocês estão vendo esta cor dourada, representada pela cor amarela?
Esta nos faz lembrar o céu, onde tem ruas de ouro, vocês sabiam que nenhum pecado pode entrar no céu? Porque se entrasse estragaria o céu!
Não existe pecado lá, por isso nenhum de nós pode ir para o céu, porque todos nós temos pecado no coração.

Mais estão vendo esta cor vermelha? Continuou o menino... Esta nos conta que o Senhor Jesus Cristo morreu na cruz e derramou seu precioso sangue para nos perdoar os pecados.
O Senhor Jesus é o filho de Deus, Ele tomou o castigo que nós merecemos.

Quando cremos que Ele é mesmo o Filho de Deus e o recebemos como nosso Salvador, Ele perdoa todos os nossos pecados, tornando o nosso coração limpo e puro, como a parte branca do meu guarda-chuva, mais é preciso confiar em Jesus. Temos que pedir perdão pelos nossos pecados.Quando fazemos isso, Ele vem morar em nosso coração e torna-se nosso Salvador. E Jesus faz com que possamos entrar no céu um dia quando deixarmos esta vida.Agora, quantos de vocês sabem que são pecadores? Mas querem ir um dia para o céu? Todas as mãos se levantaram. – Está bem, então diga para Deus que você é um pecador.

Logo, silenciosamente as crianças se ajoelharam no chão, cada um falou com Deus, confessando os seus pecados.
- Diga-lhe agora que você crê que o Senhor Jesus Cristo morreu em seu lugar e peça que Jesus lhe salve neste instante.
Baixinho, as crianças começaram a orar.

O menino tirou uma Bíblia pequena (um Novo Testamento) do seu bolso, abriu ela no Livro do Evangelho de João 3:16.
- Vou ler um versículo da Palavra de Deus, quando chegar às palavras “o mundo” você deve substituir pelo seu nome e quando eu falar “todo aquele” você coloca seu nome ali também, estão entendendo?
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça mais tenha a vida eterna”.
Cada um leu o versículo, colocando o seu próprio nome.
- Isto significa que se você de fato crê que Deus lhe ama e que Ele mandou seu Filho para morrer em seu lugar, e se você confia em Jesus e o recebeu em seu coração então você acaba de nascer na família de Deus, e todos que pertencem a família de Deus têm a vida eterna. É a palavra de Deus que diz isto, e pode ter certeza: É a verdade.
Ele parou um instante, e olhando firmemente para todos disse:
- Vocês estão notando que tenho ainda uma outra cor no meu guarda-chuva? Qual a cor que falta? Os ouvintes responderam, todos juntos: “Verde”.

- Está certo, não falei nada sobre o verde, pois bem, é o seguinte, depois de termos recebido o Senhor Jesus e termos o perdão dos nossos pecados, estamos prontos para irmos para o céu, Jesus quer que nós cresçamos espiritualmente, que sejamos crentes mais firmes cada dia que passa.
- O verde nos fala das coisas que crescem, como as árvores, as flores, as gramas..., Você só vai se tornar um crente forte, se você ler a Bíblia e orar todos os dias, e ir a igreja todos os domingo, não se esqueçam disso.
Ele fechou o guarda-chuva.
- Quero que vocês vão embora agora para contar aos outros o que eu lhes contei, voltarei amanhã para ver se vocês poderão repetir para mim tudo o que lhes falei sobre as cores.
Todos que puderem me dizer os significados das cores, receberá um livrinho com estas mesmas cores, para poderem contar a mais alguém (o professor pode fazer vários livrinhos para darem aos seus alunos).
As crianças não voltaram logo para a brincadeira, em vez disso foram falar daquilo que acabaram de ganhar.
E o nosso amiguinho abriu o guarda-chuva novamente e continuou andando pelas ruas, procurando outras pessoas para ouvirem o Evangelho.

Fonte: APEC

sábado, 21 de setembro de 2013

Caixa-presente da salvação




Essa caixa evangelística é do blog http://tianenoca.blogspot.com.br/search/label/Caixa%20evangelistica e eu achei uma graça. Muito bem feita e ótima para ser usada com qualquer faixa etária. 


COMO USAR EM SALA DE AULA - A caixa desmontada forma uma cruz com a palavra JESUS no centro, enfatizando o verdadeiro e maior presente que o homem pode vir a receber nesta vida, a SALVAÇÃO. Ofereça JESUS, a SALVAÇÃO aos seus alunos. Apresente a caixa de presente às crianças. Pergunte: "Quem aqui já ganhou um presente de aniversário? E no dia das crianças? E no Natal? Quem já ganhou um presente especial?" (ouça as respostas com atenção). Todos nós gostamos de ganhar presente, não é mesmo? Principalmente quando é aquele presente que tanto sonhávamos, como uma bicicleta, uma boneca, uma bola... Mas será que esses presentes são os principais da nossa vida? Será que conseguimos viver apenas com as coisas materiais? (ouça as respostas) Crianças, os melhores presentes são os que Deus nos dá. Sabem quais são? A saúde, a família, a nossa Igreja, o nosso trabalho, a sabedoria e muito mais. Mas existe um presente que é o mais especial de todos, e esse presente está aqui dentro dessa caixa (mostre a caixa). Vocês sabem o que é? (deixe as crianças curiosas, ouça as opiniões). Olha, muitas crianças já tem esse presente, porque ele é o melhor presente do mundo! Já que vocês estão curiosos eu vou mostrar para vocês, mas com uma condição: eu quero que vocês prometam que vão cuidar muito bem desse presente. Mas vocês prometem que vão cuidar mesmo? (Depois de deixá-los bem curiosos abra o presente formando a cruz). A SALVAÇÃO, esse é o maior presente que alguém pode receber, e quem recebe deve cuidar com muito zelo e amor. Por que precisamos ser salvos? A Bíblia diz que todos nós pecamos. (Leia Romanos 3.23 ou outro versículo que se aplique a esse momento). Pecar é fazer, falar ou pensar algo que desagrada a Deus. Você pode me dar um exemplo de pecado? (Deixe que as crianças falem) A Bíblia diz ainda que o pecado nos afasta de Deus. Para ficarmos pertinho dele de novo, um sangue inocente deveria ser derramado. Isso aconteceu quando Jesus, o Filho perfeito de Deus, veio ao mundo, morreu na cruz (aponte para a cruz da caixa), morreu e ressuscitou pelos nossos pecados: os meus e os seus. Se você ainda não aceitou Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, essa é a oportunidade. (Leia Mateus 10.22, que diz: "Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo." Termine a mensagem perguntando se alguma criança deseja aceitar JESUS em sua vida, e assim dar o primeiro passo para a SALVAÇÃO, nunca saindo dos caminhos do Senhor).



sábado, 7 de setembro de 2013

Bases para ministério com criança frutífero

Textos Bíblicos: II á Timoteo 2:15 / Mt: 19:14

I – Visão Ministerial com crianças:

1-    Qual sua visão para o ministério com crianças?
2-    Como você enxerga?
3-    O que você enxerga?
4-    Como vejo meu ministério?
5-    Como vejo a mim mesmo (a) como ministro (a)?

(texto Bíblico: “mas eu disse: tenho me afadigado sem qualquer propósito, tenho gastado minha força em vão e para nada”. Isaias 49:4) 

6-    Quantos e quais alvos querem atingir?

Você sabia que:

  • 52% de crianças entre sete á 14 anos são vitimas de abuso sexual?
  • 37% têm zero a seis anos
  • 76% das vitimas são meninas e 24% são meninos
  • O abuso sexual ocorre no seio da família?
  • 33% dos agressores são os pais, 35% padrastos, 10% avós, 7,5% tios?
OBS: somente no Brasil.
      
7-    O que o mundo perderia se o seu ministério com crianças deixasse de existir?

Visão do ministério com crianças

Textos Bíblicos: II Reis 6:15 á 17

O rei da Síria envia o poderoso exercito para aprisionar Elizeu, o homem de Deus. O moço que servia o profeta acorda cedo e se espanta com o que vê, o pavor toma conta do jovem que busca socorro com o Senhor. Elizeu procura acalmar o jovem, o profeta estava tranqüilo com a VISÃO oferecida por Deus: Estava cercado por cavalos e carros de fogo enviados pelo Senhor.     



As duas visões:

1-   HUMANA: Limitada, apavorante, desanimadora (o jovem não consegue VER)
2-   DIVINA: Encorajadora, iluminadora, deslumbrante, brilhante, reconfortante.    

Quando agimos sem a visão de Deus vivenciamos temores e inseguranças que prejudicam o ministério”.

Para ser ministro de crianças e preciso ter a visão com VIDAS, não somente vidas de crianças, mas tratamos de VIDAS ETERNAS. É preciso ter ousadia espiritual, e agimos com consciência de onde estamos e onde queremos chegar. A obra é do Senhor, somos chamados a sermos cooperadores. Dando o nosso melhor o Senhor fará prosperar o nosso caminho para honra e gloria do seu nome.   

Base para serviço com crianças

II - Motivação:  


Tempo para refletir e orar

1-   Por que você quer trabalhar ou esta trabalhando com crianças?
2-   Quais são os teus verdadeiros motivos para trabalhar com crianças?
3-   Deus te chamou para essa obra?

A estrutura de um ministério com crianças não se resume apenas a classes de escola bíblica Dominical e um Cultinho infantil”

Ministério amplo

  • Ensino Bíblico
  • Evangelismo infantil
  • Discipulado
  • Aconselhamento
  • Desenvolvimento dos dons
  • Programas externos
  • Programas de apoio às famílias (não cristãs)
  • Intercessão
  • Encontros, acampamentos
  • Treinamentos para obreiros

III – Chamado:

1-   Sou chamado?
2-   Para que sou chamado?

Textos Bíblicos: Atos 1:8 / Marcos 16:15 – 18 ( Chamado geral )

O chamado particular para uma tarefa especifica

Romanos 12:4 - 8

O que é diferente de cada cristão é a forma particular como se cumpre seu chamado. No ministério infantil cada obreiro precisa trabalhar segundo seus dons e paixão.
“Todos (os cristãos ) somos M____________de um só C______________em Cristo. Nem todos temos F______________. Teremos diferentes D____________.”
Nossa função como membro de Cristo depende de nossos dons que Deus nos tem dado. Assim descobriremos o chamado particular de Deus para nos.

Enfim, que nós possamos nos arrepender diante de Deus pela nossa omissão, de ficarmos enclausurados dentro de nossas Igrejas, enquanto milhares de crianças precisam do nosso ministério ativo.
Fica a pergunta: - O que nos estamos fazendo?
É tempo de pensarmos em nossa posição em meio a essa batalha, não há meio termo precisamos agir nesta missão para qual fomos designados (ler Isaias 61).
Que nos passamos ter um coração pastoral, comprometendo – nos em amor por eles, que possamos dar muito mais que apenas uma hora no Domingo.
Que esta seja nossa oração:

- “Senhor como me sinto um grão de areia diante de tanta dor e destruição, se o meu coração desfalece e choro tanto como se fosse minha a dor, imagina o seu coração Pai de amor”. Mas de uma coisa tenho certeza, que maior é o que esta em mim, do que aquele que esta no mundo, te em ti somos mais que vencedores, e que a batalha é do Senhor, minha garantia é a tua palavra, tuas promessas. Usa- me, eis aqui, me envia Senhor, quero ser encontrado (a) como servo (a) fiel ao tel chamado, ser vaso de bênçãos em tuas mãos, não para meu deleite e gozo, mas para alcançar e pastorear muitas crianças para o teu reino celeste. Conta comigo Jesus, eu sei que o senhor tem me capacitado. Em teu nome, pela salvação e pastoreio das crianças. Amém!



Fabrício Pereira Correa e Márcia Daniela Lopes Correa

(Resumo extraído do seminário GMC e GMJR, congresso nacional de lideres 2007.)


“Disse Jesus: Eu o escolhi... Vá e dê frutos.”
(João 15:16 )